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terça-feira, 14 de outubro de 2003

Naquela noite, Reinaldo deixou rotineiramente seu carro vaga da garagem do seu prédio, era por volta de vinte e três horas. Subiu as escadas até o terceiro andar e parou frente ao apartamento 31, colocou uma chave prateada na fechadura, mas não a girou, permaneceu parado ali com a chave na mão por algumas horas, tempo decorrido no ponto de vista de Reinaldo, realmente não passou mais que trinta segundos. Para ele alguma coisa estava errada, não sabia realmente o que era.

Sentia como se alguém o viesse o seguindo desde a entrada do prédio, estava atrás dele e o observava. Por algumas vezes voltou-se para trás, mas não pode ver ninguém. Podia sentir o ar carregado, um clima pesado como se uma fonte emanassem energias negativas muito próximas a ele.

Em um ímpeto, Reinaldo girou a chave, acionou a maçaneta da porta, entrou rapidamente e bateu a porta. O som grave ecoou por todo o corredor e pode ser ouvido até na portaria. Por um segundo pensou estar seguro dentro de casa, como se conseguisse se livrar de seu tormento, mas no segundo seguinte se sentiu novamente observado.

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