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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Tempestade em alto mar



Este eu não considero uma obra acabada, pois ela não é um original. É na verdade a releitura que fiz como exercício de um trabalho que há muitos anos eu admiro. Este trabalho está em uma folha de revista que deve ter sido impressa há uns vinte anos.

Mas fiz outra aquarela com referencia ao mesmo trabalho e então a considero um trabalho finalizado, e recebeu o título Boat with Seastorm, pertencente a série. A chuva e o Tempo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Catador de Recicláveis

Uma cena triste, porém, para muitos é um trabalho digno.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Quando o trabalhador está preparado, o serviço aparece




Subindo a Avenida Timóteo Penteado  existe esta gigante reservatório de água que é a famosa Caixa d água do Picanço. Esta avenida liga a Vila Galvão que faz limite com a cidade de São Paulo e o Centro de Guarulhos. Subindo esta avenida chegaremos a praça Getúlio Vargas.

A direita, no desenho descendo após a caixa d água começa a Rua Cachoeira que vai até o Jardim Moreira. Neste bairro funciona a unidade de longa permanência das Casas André Luiz, que é uma fundação beneficente e de orientação Espírita e tem um importante trabalho com crianças que possuem deficiência física e mental de todos os níveis e é mantida por doações e trabalhos voluntários. Sempre que posso, mas menos do que gostaria, vou até a André Luiz e procuro de alguma forma auxiliar este trabalho. Desde muito jovem estive ligado a esta fundação. Uma das poucas lembranças da minha primeira infância foi quando a minha mãe levou uma caixa de brinquedos para doação e em alguns anos pude lá trabalhar. A André Luiz apensar de ser mantida por trabalho voluntário possui um quadro de funcionários contratados.

Quem sabe em um futuro próximo eu possa colaborar mais ativamente como voluntário nesta bela instituição. Lembro de uma frase de Emmanuel que diz “quando o trabalhador está preparado, o serviço aparece”.

sábado, 28 de novembro de 2009

Um retrato por uma moeda


Igreja Matriz de Guarulhos- Catedral Nossa Senhora da Conceição, na Praça Teresa Cristina, Gurulhos. Ao lado direito, o etílico "calçadão" que é freqüentado pelos alunos que "cabulam aula na faculdade". (bons tempos)


Se o Sketchcrawl é a maratona do desenho, há dois finais de semana eu realizei sozinho uma meia maratona. O domingo amanheceu chovendo. Com os primeiros raios do dia houve também as primeiras trovoadas. Este clima preguiçoso permaneceu assim até por volta das dez horas da manhã quando o tempo mudou radicalmente. Acho que o deus da chuva saiu para passear com a sua família e me deu um pouco de luz.

Foi então quando estive a tarde na Praça Teresa Cristina para fazer alguns desenhos de observação. O centro de Guarulhos é basicamente a rua Dom Pedro que não é muito estensa terminando na porta de uma igreja, a chamada Igreja Matriz. Na outra extremidade é o término da avenida Monteiro Lobato, em um local conhecido como ponto do relógio. Alí existe um ponto de ônibus que é muito cheio durante a semana e bem no centro de uma bifurcação em "te" há uma ilhota com um relógio bem grande, porém muito feio. Hoja a rua Dom Pedro foi transformada em um grande calçadão e que no domigo atarde fica praticamente deserto.

Neste domingo haviam algumas pessoas de passagem, uma mulher mal vestida que se não fosse prostituita não sei o que alí fazia, dois senhores que para mim eram os empresários da garota e um morador de rua. Em certo momento vieram os empresários falar com a garota com um terceiro senhor, aparentemente falava em espanhol. Não sei o que conversaram e sairam de cena. Eu estava ali perto sentado, em frente a loja Riachuelo desenhando a Catedral Nossa senhora da Conceição, a dita Igreja Matriz.


É interessante ver a interação que pode haver com os moradores de rua. Estava sentado no calçadão da rua Dom Pedro desenhando, quando se aproximou um senhor que era morador de rua. Ele veio na minha direçao, passou perto e ficou observando o que eu estava ali fazendo com ar curioso. Quando olhei ele desviou a atenção fazendo parecer que estava alí ao acaso. Há vários minutos eu havia percebido o interesse dele e até separei uma moeda caso pedisse ajuda.

Planejei fazer diferente. Se ele me pedisse dinheiro eu diria que não, mas compraria uma pose para um retrato. Penso que arrumar um trabalho seja mais útil que dar esmola. Seria uma troca justa, eu teria um retrato e ele um dinheiro. Na empresa que trabalho eles fazem o mesmo, mas eu que saio com o dinheiro e eles com o fruto do meu trabalho. Infelizmente ele não pediu e quando terminei o desenho o senhor já estava indo ao longe no calçadão. Perdi um retrato mas não a boa intenção.

Depois ainda fui até o Pincanço desenhar a enorme e famosa caixa d'agua e na Timóteo Penteado parei em frente a melhor cantinas da cidade de Guarulhos a Giovanni.

O artista não deve ser egoista guardando riquesas, deve doar a sua maior riquesa. Não deve se fechar ao mundo, deve se expandir com o mundo. Há tantas pessoas simples morando nas ruas mas que podem ter conhecimento riquissimo para o nosso trabalho. A inspiração não tem data e nem marca local para vir. Mas quando vem descobrimos que os seus caminhos são os mais surpreendentes. A arte é um meio que impulsiona o artista a verdadeira igualdade, liberdade e fraternidade, ai me recordo de uma frase e faça então uma rogativa, "Senhor, não sou digno que entreis a minha morada, mais direi uma só palavra e serei salvo"...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Aquarela de um Dálmata

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Quando eu era pequeno o meu pai trouxe para casa uma cachorra Dálmata. Ela se chamava Laica e quando veio não era mais filhote, devia ter aproximadamente um ano de idade. Ela era muito tranqüila e dócil. Não teve filhotes, apesar de termos tentado cruza-la com outro cachorro da mesma raça. Gostava muito daquela cachorra.  Acho interessante quando algumas lembranças do passado retornam em fatos completamente novos. Hoje tenho outro cachorro Dálmata chamado Tom, mas este é bem diferente da Laica. O Tom é um espoleta!

No sábado passado procurei executar um trabalho que há algumas semanas planejava, era uma pintura em aquarela do Tom. O resultado é este que aqui apresento. Também aproveitei a ocasião para documentar os principais passos para auxiliar aqueles que gostariam de aprender a pintar em aquarelas.

Passo-a-passo

Como o meu cachorro é muito agitado não consegui fazer um trabalho de observação, pois ele gosta de correr, pular e brincar.  Então a minha melhor alternativa foi apelar para uma fotografia de referência. Pintar por uma imagem é algo que sempre evito, pois perde-se o contato com a realidade. A fotografia sempre será uma reprodução, não a realidade. Ao menos o cachorro estava na porta do estúdio, para eu observar.

Abri a fotografia no computador - vamos preservar a natureza evitando impressões desnecessárias –, comecei a delinear a lápis o espaço no papel que seria utilizado, também acertando a composição, as formas, as sombras e as luzes.  Sempre devemos fazer um estudo prévio, mesmo que um simples esboço a lápis. Isso ajuda no enquadramento e geralmente utilizo um grafite HB.

Depois deste planejamento, marquei onde estariam as luzes que eram as partes do papel que não deveria pintar.  Estas áreas são as mais importantes pois o aquarelista não utiliza tinta branca, simplesmente deixa parte do papel sem pintar. Esta é uma das principais características da aquarela.

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Primeiro pintei uma camada de sombra bem transparente e gradativamente apliquei outras mais intensas. Para a primeira cor de sombra do pelo utilizei uma mistura de preto com azul cobalto e um pouco de amarelo ocre para esquentar a sombra. Cuidado ao utilizar a mistura de azul com amarelo ocre pois o resultado é verde!

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Nas sombras mais escuras eu acrescentei um pouco mais de preto e azulcom pouca água. Para as pintas utilizei o preto, azul cobalto e carmim. O resultado é um tom escuro e bem quente. Aproveitei o mesmo e fiz outros detalhes, como os olhos e o nariz do cachorro.

No fundo utilizei uma cor mais escura, para ressaltar a luz. O alto contraste é um artifício interessante, deixando as luzes muito intensas.

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Pintar este trabalho foi bem rápido, não gastei mais que trinta minutos, contudo a preparação para ele ocorreu em um pouco mais de três semanas. Após a fotografia fiquei pensando como iria resolver e então quando parei para pintar tudo foi muito rápido, só precisando fazer um esboço de referência.
A aquarela é uma técnica que há muito aprecio e já há alguns anos venho treinando. Este foi o meu estudo de número #360, ainda restam mais quarenta até eu chegar na meta das quatrocentas aquarelas.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Uma manhã cinza e tranquila no Bosque Maia

Placa de sinalização no Bosque maia

Trabalhos com tintas e linhas soltas é algo que tenho feito com certa intensidade. Não que seja o meu estilo preferido, ou a estética que busco. Mas é algo que me deixa solto, libera a minha mente e o meu traço. Gosto de trabalhar a céu aberto. Neste trabalho estava sentado em uma praça em frente ao Bosque Maia, em Guarulhos.

 

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Algumas fotos do Local - Bosque Maia - Guarulhos

terça-feira, 3 de novembro de 2009

O Catador de Recicláveis

catador_reciclaveis

A cidade de São Paulo possui aspectos belos em suas linhas arquitetônicas, dos prédios do estilo do começo do século vinte e também dá harmonia das linhas retas e limpas do estilo moderno. Nos bairros de Moema e alguns outros bairros nobres da zona norte, a arquitetura é acompanhada por ruas arborizadas e perfeitamente limpas. Mas o belo é acompanhado por um lado triste, porem digno nesta grande cidade que é São Paulo.

Em certas ocasiões, andando pela cidade percebo trabalhadores puxando uma grande e pesada carroça com rodas de automóveis e feitas com ferros. São os catadores de recicláveis que outrora eram simplesmente chamados de "Catadores de Papelão". Eles percorrem as ruas e recolhem qualquer material jogado que possa ser reciclável. Depois levam este material a um depósito e recebem algum dinheiro.

O quilo de cada material tem um preço. O papelão é barato e para juntar um quilo é preciso muitas caixas. O alumínio é valioso e se conseguir vender muitas latinhas de refrigerante dá um bom dinheiro. Eles também recolhem plásticos, vidros e outras quinquilharias que para ninguém mais serve. Isso garante algum dinheiro. Alguns trabalham em ruas movimentadas, outros moram na periferia, como nos bairros parque dos Pinheiros, jardim Fontális e tantos outros.

O catador é geralmente uma pessoa solitária. Alguns não possuem um lar para se abrigar nas noites de chuva e de frio, e isso os obriga a procurar albergues para passar a noite, ainda assim, quando encontram vaga. Estão sempre em companhia de um cachorro vira-lata, que anda lado a lado com a carroça e somente pede um pouco de água e de comida. É o fiel companheiro do catador de recicláveis.

Qual é o futuro destes trabalhadores? Acredito que nem eles o sabem. Mas o trabalho do catador de recicláveis é digno, porém, pouco remunerado. Eles retiram das ruas o lixo que pode ser reciclados, garantem matéria prima barata para as indústrias e poupam os recursos naturais do planeta. Assim também, vão de papelão por papelão, ou de latinha por latinha garantindo o seu limitado sustento e também do seu cachorro.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Igreja de Nossa Senhora do Rosário


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A igreja de Nossa Senhora do Rosário em Guarulhos é uma construção que acho muito simpática. Há alguns meses passo todos os dias em frente, de manhã quando vou ao trabalho e também no começo da noite quando volto para casa. As vezes pensava em retrata-lá, ficava admirando suas linhas nos poucos segundo de passagem até que outro dia resolvi parar para fazer uma fotografia. O resultado não foi tão legal, pois percebi que o meio não era o ideal para registrar a minha visão e transmitir meus sentimentos sobre ela.

Como sempre digo, o retrato não é somente assunto da fotografia, você pode retratar um objeto ou pessoa até mesmo com lápis e um guardanapo. Para se conseguir um bom retrato é necessário capturar a essência do que será retratado, e isso não dá para ser feito com pressa, o processo é lento e faz você aprender a observar.

Gosto de contemplar, mas confesso que não tenho a mesma paciência dos mestres orientas em sua arte Zen, acho que meu modo é pouco regrado e não tão metódico, com freqüência faço opção ao empirismo, que poderia ser muito bom, mas gera vícios de linguagem. A arte Zen inspira a perfeita contemplação, que é conseguida através da meditação. O artista pode ficar até meses meditando, até decidir executar a obra com poucas pinceladas e em poucos minutos. A arte ocidental fica meses executando e poucos minutos estudando.

Penso agora que em todos estes meses estive em contemplação, o que me faz entender a essência entes de pegar o sketchbook, quando saí a campo.A igreja fica bem perto de casa, lá as vezes assinto a missa do domingo com a minha família.

No sábado passado convidei a minha filha para fazer alguns sketches da fachada. Ficamos sentados na Avenida São Luis por aproximadamente 20 minutos, que foi tempo suficiente para o registro a lápis no Molesquine, e a Amanda no caderno dela.

As linhas gerais da arquitetura são simples e inspiram reflexão. Com o ângulo agudo do telhado, lembrando as construções da colonização alemã aqui no Brasil e também as construções sacras do estilo gótico das igrejas Luteranas de Santa Catarina. Já a igreja de Nossa Senhora do Rosário é Católica Romana.

Com o desenho feito e todas as referencias de luz e sombra registradas, fui para o estúdio, onde fiz a colorização com aquarela. Aqui descrevo um passo-a-passo deste trabalho.

Desenhar ao ar livre é excelente exercício para o treinamento da observação. Não é necessário material especial, apenas um caderno e um lápis. Também não é necessário encontrar pontos turísticos. A rua onde moramos, o café que freqüentamos ou a igreja que oramos é o melhor lugar para o estudo, pois conhecemos o essencial e temos uma precisa idéia daquilo que gostaríamos de transmitir. Você mesmo pode praticar, basta tentar. Caderno e lápis e mãos a obra.

Church of Our Lady of Rosary
I think is very amazing the church of Our Lady of Rosary, in Guarulhos. For a few months I have been passing front that every morning when I go to work and either when a I come back to home. It´s nearby my home and sometimes I frequent the mass on Sunday with my family. In the the past Saturday morning I invite my daughter to make some sketches of that, we sat on the opposite side of the Avenue St. Louis, nearly 20 minutes, sufficiently to drew, me on Molesquin and the Amanda in her notebook. This is my point of view of that amazing church.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

24# Sketchcrawl em Guarulhos - Brasil

#24 sketchcrawl
Lago dos Patos - Lake of the Ducks - Guarulhos - Brazil
#24 sketchcrawl
Lago dos Patos - Lake of the Ducks - Guarulhos - Brazil
Trabalho Amanda
Lago dos Patos - Lake of the Ducks - Guarulhos - Brazil
Amanda's Job - She have 6 years



Aqui em Guarulhos fizemos uma contribuição singela de um grupo de duas pessoas, eu e a minha filha de seis anos. A nossa idéia original era encontrar algumas outras pessoas no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, mas ocorreram desistências pelas previsões da meteorologia. Pensando na noite anterior ao evento decidi ficar por Guarulhos, voltando os olhos para a cidade em que moro. Pela manhã o tempo não cooperou, fomos até a Igreja Matriz na Praça Tereza Cristina, e estava garoando, voltamos para casa, mas aquela vontade de fazer algo ainda estava latente. Então em um impulso, peguei o meu material e fui com a Minha filha ao Lago dos Patos, que é um ponto interessante da cidade e que fica bem próximo de onde moro.

O resultado do #24 sketchcrawl realizado aqui em Guarulhos está aqui. :-)

Quando for anunciado no fórum principal do evento o encontro 25#, pretendo organizar um pouco mais formalmente o encontro aqui em Guarulhos e região, postando a convocatória no meu site e talvez avisar a impressa local, para todos os artistas, desenhistas, ilustradores e simpatizantes da cidade. Aguardem o 25# sketchcral - a maratona de desenho!!!


Links para os trabalhos em outras cidades


sábado, 29 de agosto de 2009

Teste de estabilidade de pigmentos


Há algum tempo tenho duvidado da qualidade de alguns materiais que utilizamos, em específico na questão da estabilidade do pimento, que é utilizado na fabricação das tintas. Nas lojas brasileiras temos materiais importados que são bem caros e certificados, algum material de fabricação nacional de boa qualidade e várias marcas baratas conseqüentemente duvidosas.

O pigmento não estável é aquele que desbota em contato prolongado com a luz, ficando com aparência de tinta lavada. Todo tipo de pigmento tem certa tolerância a luz. Alguns resistem por mais de quinhentos anos e outros com somente um ano já começam a perder a tonalidade original. Como poderia saber antes de empregar uma determinada tinta ao trabalho? A maioria das tintas importadas informam em uma tabela referência a resistência a luz (que não deve ser compreendida como transparência que é uma outra questão) e algumas mascas de nacionais também informam a resistência. Para o restante, a dúvida será muito produtiva.

Utilizar materia de baixa qualidade quando se está estudando pode ser justo para viabilizar o aprendizado, mas é necessário saber quando deveremos migrar para um material mais qualificado, a menos que queiramos ver a nossa obra ir se deteriorar com o passar dos anos. A durabilidade de um trabalho não é uma questão primordial , contudo, quanto mais tempo ela resistir ao tempo, melhor. Seguindo a dica de alguns amigos, montei uma tabela teste com algumas amostas que tenho certeza que irão desbotar e outras que cruzo os dedos para permanecerem como estão.

Conforme a imagem abaixo montei amostras com a mesma quantidade de tinta e água, com pinceladas espelhadas em uma folha de papel Canson Acid Free. Recortei a tabela em duas partes, a primeira deixei pendurada na parede do meu estúdio em um local bem iluminado mas não recebendo diretamente a luz do sol. A outra metade guardei na mesma pasta onde estou deixando os trabalhos deste ano, sem entrar em contato com qualquer tipo de luz.



Este teste será longo, pretendo deixar a metade exposta à luz por mais de um ano, e a cada mês comparando o estado de cada parte. Acredito que depois de um ano já da para ter uma boa idéia da qualidade de cada material e saber se foi bom negócio utilizar cada um deles.

A lista do material que estou testando é a seguinte:

Tinta da China Marrom Acrilex
Tinta da China Vede Acrilex
Nanquim trident
Aquarela Van Gogh (Talens)
Nanquim oriental em Barra
Tinta para Canetas Parker
Aquarela Rembrandt (Talens)
Tinta Acrílica Galeria (Winsor&Newton)
Aquarela escolar Pentel