terça-feira, 14 de setembro de 2004

Retomei meus estudos cristãos. Uma boa fonte de conhecimentos, provados cientificamente, são extraídos do Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

O Livro dos Espíritos, ou (Le Livre des Esprits) publicado em 1857 em Paris é o início da obra da Codificação de Kardec, o qual deu origem a doutrina dos espíritos, ou simplesmente espiritismo.

Kardec pesquisou através de perguntas a espíritos em diversas regiões, e as respostas conseguidas através de sua pesquisa foram sempre as mesmas. Futuramente detalharei este método.

A primeira questão já nos chama atenção sobre a inteligência de Kardec e sua intenção de provar através de nossos métodos científicos os ensinamentos esquecidos, que foram ensinados por Cristo.

Que é Deus?
?Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas?.(ESP. per 1)


Ele poderia simplesmente perguntar. ?Quem é Deus??.
Se esta pergunta fosse feita, Kardec estaria afirmando que Deus é uma pessoa como todos nós, rebaixaria-o, e diria que ele não poderia ser nosso criador, pois teria uma inteligência possivelmente um pouco mais avançada, mas não perfeita.


O primeiro capítulo, destina-se a reflexão a respeito de Deus. Abaixo alguns textos que no meu ponto de vista são mais significativos:


Poder-se-ia dizer que Deus é o Infinito??Definição incompleta, Pobreza da linguagem humana...?

Deus é infinito em Suas perfeições. (ESP. per 3)


Não há efeito sem causa. (...) Para crer-se em Deus, basta se lance o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. (ESP. per 4)

Pela obra se conhece o autor. (...)
Do poder de uma inteligência se julga pelas obras. Não podendo nenhum ser humano criar o que a Natureza produz, a causa primária é, conseguintemente, uma inteligência superior á Humanidade.
Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela própria tem uma causa e, quando maior for o que opere, tanto maior há de ser a causa primária. (ESP. per 9)


KARDEC, Allan. Le Livre des Esprits. Paris, 1857. Tradução: RIBEIRO, Guillon, O Livro dos Espíritos. FEB: Rio de Janeiro, 1944

quarta-feira, 1 de setembro de 2004

Minuto Po?tico
Aqui uma bela página falando do Médium Xico Chavier.

sexta-feira, 30 de abril de 2004

A fé é o sentimento inato, no homem, de sua destinação futura; é a consciência que tem das faculdades imensas, cujo germe foi depositado nele, primeiro em estado latente, e que deve fazer eclodir e crescer por sua vontade ativa...
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terça-feira, 20 de abril de 2004

Mini-contos do Devaneio - Umbral

Era tudo escuro, havia prantos e rangeres de dentes, poucos contrastes há tudo o que havia em volta, uma escuridão dominava um local muito sufocado. Muitos diriam que seria o inferno, mas para o conceito o local parecia úmido e lodoso.

A saída foi dificultada, foi necessário gritar e lutar para conseguir escapar desde tenebroso recinto. Acho que já me aguardavam, talvez não saiba o que queriam, talvez sim. Acordei assustado, perdido. Talvez só um sonho? Quem sabe...
Agora sim o link abaixo, o do NossoLar foi corrigido. Desculpe-me pelo lapso. :)

sexta-feira, 9 de abril de 2004

Ultimamente ando muito relapso com meu blog, admito isso. Mas as coisas andam um pouco complicadas, da ordem profissional, acometidos por alguns contratempos. Nada de muito grave e superável. Voltarei a postar minhas fotografias e meu monte de churumelas!


Mas tenho uma boa notícia. Há algum tempo tenho notado que um assunto de meu interesse e dos freqüentadores do blog está sempre a tona, que é o cristianismo. Resolvi então criar um blog aparte para discutir sobre este maravilhoso assunto. Não pretendo prender os assuntos a uma religião, que são derivados do cristianismo puro, praticado pelos primeiros cristãos que eram seguidores de Jesus. As religiões foram com o tempo corrompidas pela vaidade humana e como o apóstolo Paulo recomenda, devemos pegar o que há de bom em cada uma delas, seja o Catolicismo, Espiritismo e qualquer outra e usarmos no nosso dia a dia. Estas serão as verdadeiras práticas cristãs. Este blog resolvi batizar com o nome Nosso Lar.

Fica então meu convite para nossos estudos em “Nosso Lar”. http://nossolar.blogspot.com

quarta-feira, 17 de março de 2004




Bebê de Girassol

sexta-feira, 12 de março de 2004

A palavra PÁSCOA, que chegou até nós pelo latim, pascha, na verdade do hebraico, pessach, que quer dizer trânsito, passagem.
Páscoa e Pessach são a mesma coisa?
Não, Pessach é a "páscoa" judaica. Comemora-se a passagem dos judeus pelo Mar Vermelho, fugindo do Egito e a escravidão, em direção à Terra Prometida.

Sob o comando de Moisés, essa travessia é essencial para a compreesão da Páscoa Cristã, festa que celebra a ressurreição de Jesus Cristo, que aconteceu na comemoração do pessach, 1500 após a travessia do Mar Vermelho. Para os cristãos, o sacrifício de Jesus também também liberta a alma dos homens da escravidão do mal e lhes dá uma nova oportunidade de reencontrar com Deus. Os elementos presentes nos símbolos pascais nos remetem à mensagem da vida. A páscoa cristã é comemorada no início da primavera, no norte da Europa. Em função do rigor do inverno, foi inserido no contexto da festa o coelho, por exemplo, é o primeiro animal que reaparece e tem um grande poder reprodutor.

quinta-feira, 11 de março de 2004

A vida real é prosaica, sem fantasia nem sonhos.

Emmanuel

domingo, 29 de fevereiro de 2004







Poderia resumir a exposição Picasso na Oca, com apenas uma única palavra, bárbaro! O bicho raro aqui acompanhou esta inestimável oportunidade para nós, herdeiros da linhagem tupi guarani, e contarei um pouco sobre minhas impressões.

A Oca com sua fachada belíssima, em forma do próprio nome, e um interior contemporâneo está localizada no parque do Ibirapuera, zona sul da cidade de São Paulo e apresenta desde Janeiro 126 obras que contam a vida de Picasso, um dos poucos artistas completos e também principal representante do cubismo. Alem das próprias obras, os organizadores fizeram o uso de textos, fotografias de época e uma pitada de multimídia.

Contendo a euforia da entrada, o primeiro contato foi com uma verdadeira obra de multimídia, nada de PowerPoint ou outro software qualquer, algo bem grandioso. Os organizadores prepararam para a recepção telões, incontáveis, rodando obras de Picasso, dispostos como pilares em uma grande sala escura, repleta de espelhos multiplicando o ambiente a cada lado que se olhe, telões verticais, ao som de uma delicada musica ambiente. Daí para frente começavam os períodos da vida de Picasso em suas obras. Foram organizados em ordem cronológica, tornando assim didático para os curiosos e intuitiva para os já conhecedores do assunto.

No subsolo foi montando um labirinto, repleto também de espelhos, simbolizando o labirinto do Minotauro, onde o conceito desta figura e o objetivo na mostra é fundamental para entender Picasso. Olhando para o alto do labirinto, em uma das paredes, avistava-se um enorme painel fracionado em pequenos retângulos verticais e pendurados no centro de cada retângulo de cima por um fio transparente. O térreo e o primeiro andar mostravam cronologicamente, alguns de seus principais trabalhos. Difícil seria escolher, e também localizar, as peças para uma mostra completa, levando-se em conta o vasto trabalho produzido em uma vida por Pablo Picasso.
O segundo andar, o mais belo em minha humilde opinião, fora dedicado para os trabalhos finais do grande mestre, com sua característica já cravada, junto com o trabalho mais notável, uma instalação, chamada de Os Banhistas. Para este trabalho, foi construído um tanque com água, com as bordas e o fundo negros, saindo da água luzes direcionadas para seis figuras humanas, em chapas, trabalhadas de acordo com as características já consagradas de Picasso.

Para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de apreciar esta iguaria, não irei tirar o gostinho das novidades, e recomendo que se apressem, pois esta exposição irá se estender até 2 de maio. Para quem já visitou, vamos torcer para que eventos como este sempre se realizem, visto que a globalização as vezes se esquece de nós, índios tupi guarani.